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No dia 19 de abril participei da Czch MTB Cup, uma prova C1 onde consegui somar sagrados 25 pontos em meu ranking olímpico e UCI. A prova foi muito desafiadora para mim pois apesar de não contar com um circuito muito técnico teve um alto nível de atletas aqui na europa, como grandes nomes do MTB Maja Wlosczowczka ( campeão mundial em 2010). O circuito se encontrava no centro da cidade dentro de um parque com algumas partes no asfalto.

Comecei a minha temporada de competições na Europa em cidade deslumbrante. Lá, o circuito projetado para a prova era duro, mas muito legal. O percurso se localizava no centro de Montichiari, próximo a um imenso castelo. Nós atletas, durante a corrida, passamos por dentro dele descendo escadas em suas torres, o que tornou cada volta ainda mais emocionante.

Hoje foi meu 2˚ dia de treino aqui na Europa, com direito à companhia do pessoal da Specialized da Holanda. Devo mencionar que fui recebida com muitos sorrisos e respeito por eles. Logo que cheguei, fomos fazer um single track (pedal em trilhas) em frente ao escritório da Specialized, no qual percorremos um circuito de 25 km de trilhas muito velozes, pequenas subidas e várias descidas legais.

Neste domingo (29) disputei meu quarto Campeonato Pan-Americano de MTB, sendo o segundo na elite feminina. E, posso dizer com todas as palavras, a prova mais dura até então.
Cheguei em Bogotá dia 20 de março para poder me aclimatar e acostumar-me com o circuito. Logo no primeiro dia em que treinei no circuito, tomei um baita susto com o quanto era duro, tendo de apenas 4 km e contando com quase 65% de subidas, e em ma cidade com 2700 metros de altitude. Além de saber que grandes nomes do MTB nas Américas estariam presentes, tentei me preparar da melhor forma possível, focando muito nos treinos (e sendo em altitude tive que fazer sempre com baixa intensidade), alimentação e descanso. Um pouco de dores de cabeça, batimento cardíaco alto e respiração ofegante por causa da altitude foram os sintomas que senti em Cota.

Apos chegar em Santiago três dias antes da Copa Lippi, e poder contar com a hospitalidade e todo apoio de meu amigo Esteban Mondaca, eu e meu companheiro de equipe, Rubinho Valeriano, pudemos fazer alguns treinos no circuito da prova antes do evento. Observamos que não seria nada fácil essa prova, uma vez que além do alto nível dos atletas, para esta prova necessitaríamos contar com superação de nossos próprios limites com o clima muito seco e quente, e a pista com muito pó, rock gardens (jardins de pretas) naturais e drops (saltos de pedras nas descidas).

De 6 a 8 de março foi realizado a CIMTB, em Araxá, uma das provas mais marcantes de nosso pais e o maior evento do ano. Foi ali quedemos o ponta pé inicial em nosso calendário com grande estilo e público. Este ano a prova subiu de classificação no ranking UCI, saindo de uma S1 para uma SHC (160 pontos). Assim, sendo uma prova de muita importância, commais de 10 nações.

A Batalha do ano, superação e dedicação.

No dia 22 de fevereiro disputei a segunda prova de meu calendário, na Argentina. Tinha pensado que não poderia haver piora nas condições climáticas após a Taça Brasil, em Campo Largo (PR) e, para variar, eu estava errada. Essa sim foi a prova mais diferenciada de minha carreira em que sinceramente foi um Trecking de capacete, sapatilha e ‘empurra bike’ em meio a lama e neblina densa, que não se enxergava nada a sua frente.

Raiza Goulão e Isabella Lacerda protagonizaram dobradinha para o Brasil. No masculino, Rubens Donizete terminou na segunda colocação

O MTB brasileiro demonstrou muita qualidade neste domingo (22), durante a disputa do Aberto de NOA, realizado na cidade de Tucumán, na Argentina. A competição foi válida pela classe 2 do ranking mundial e contou com a presença das brasileiras Raiza Goulão e Isabella Lacerda no feminino, além de Rubens Donizete no Masculino.

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